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Retiro de Quaresma 1, 2, 3, 4
Este retiro contou com a participação de cerca de 80 (oitenta) crianças acompanhadas por catequistas e alguns pais.
Retiro Quaresmal - Um Retiro de Silêncio
Reflexão Comunitária
- Ser catequista pela força do exemplo
Reflexão Individual
Partilha de experiências de (in)sucesso
Exposição e Adoração ao Santíssimo Sacramento seguida de Eucaristia
Curso de Iniciação de Catequistas - 27 Janeiro
Curso de Iniciação de Catequistas - 20 Janeiro
Zona Pastoral de São Roque e Zona Pastoral da Madalena
Para visualizar a ficha de avaliação do curso, clique aqui.
Curso de Iniciação de Catequistas - 16 Janeiro
Zona Pastoral das Lajes
Catequista - Educador na Fé:
- Acredita no Senhor, com fé profunda;
- Anuncia a sua Palavra;
- Testemunha os valores do seu Reino;
- Porta-voz da sua mensagem;
- Dá a conhecer Jesus.
O catequista deve:
SER:
- Responsável;
- Amadurecer na Fé;
- Apaixonado pela catequese.
SABER:
- O que,
- A quem,
- Como
ANUNCIA
Fazer catequese é:
- Levar a criança não só a gostar de Jesus, mas ainda conhecer bem a vida e a mensagem de Cristo, com todas as suas exigências e a saber as verdades da Fé;
- Se a nossa fé cresce à medida que se vive... amadurece à medida que se sabe;
- A nossa missão, hoje, continua a ser a mesma de Jesus, evangelizar - levar a Boa Nova;
- Numa sociedade onde as pessoas tendem a afastar-se de Deus, é necessário cada vez mais catequistas que anunciem com alegria, a graça que receberam, ao sentirem-se associados á missão de Jesus Cristo;
- O catequista deve ter sempre Jesus como seu modelo.
Curso de Iniciação de Catequistas - 13 Janeiro
Zona Pastoral de São Roque e Zona Pastoral da Madalena
JESUS E A SAMARITANA
Chegou, pois, a uma cidade da Samaria, chamada Sicar, perto do terreno que Jacob tinha dado ao seu filho José. Ficava ali o poço de Jacob. Então Jesus, cansado da caminhada, sentou-se, sem mais, na borda do poço. Era por volta do meio-dia. Entretanto, chegou certa mulher samaritana para tirar água. Disse-lhe Jesus: «Dá-me de beber.» Os seus discípulos tinham ido à cidade comprar alimentos. Disse-lhe então a samaritana: «Como é que Tu, sendo judeu, me pedes de beber a mim que sou samaritana?» É que os judeus não se dão bem com os samaritanos. Respondeu-lhe Jesus: «Se conhecesses o dom que Deus tem para dar e quem é que te diz: 'dá-me de beber', tu é que lhe pedirias, e Ele havia de dar-te água viva!» Disse-lhe a mulher: «Senhor, não tens sequer um balde e o poço é fundo... Onde consegues, então, a água viva? Porventura és mais do que o nosso patriarca Jacob, que nos deu este poço donde beberam ele, os seus filhos e os seus rebanhos?» Replicou-lhe Jesus: «Todo aquele que bebe desta água voltará a ter sede; mas, quem beber da água que Eu lhe der, nunca mais terá sede: a água que Eu lhe der há-de tornar-se nele em fonte de água que dá a vida eterna.» Disse-lhe a mulher: «Senhor, dá-me dessa água, para eu não ter sede, nem ter de vir cá tirá-la.» Respondeu-lhe Jesus: «Vai, chama o teu marido e volta cá.» A mulher retorquiu-lhe: «Eu não tenho marido.» Declarou-lhe Jesus: «Disseste bem: 'não tenho marido', pois tiveste cinco e o que tens agora não é teu marido. Nisto falaste verdade.» Disse-lhe a mulher: «Senhor, vejo que és um profeta! Os nossos antepassados adoraram a Deus neste monte, e vós dizeis que o lugar onde se deve adorar está em Jerusalém.» Jesus declarou-lhe: «Mulher, acredita em mim: chegou a hora em que, nem neste monte, nem em Jerusalém, haveis de adorar o Pai. Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos, pois a salvação vem dos judeus. Mas chega a hora e é já em que os verdadeiros adoradores hão-de adorar o Pai em espírito e verdade, pois são assim os adoradores que o Pai pretende. Deus é espírito; por isso, os que o adoram devem adorá-lo em espírito e verdade.» Disse-lhe a mulher: «Eu sei que o Messias, que é chamado Cristo, está para vir. Quando vier, há-de fazer-nos saber todas as coisas.» Jesus respondeu-lhe: «Sou Eu, que estou a falar contigo.» Nisto chegaram os seus discípulos e ficaram admirados de Ele estar a falar com uma mulher. Mas nenhum perguntou: 'Que procuras?', ou: 'De que estás a falar com ela?' Então a mulher deixou o seu cântaro, foi à
cidade e disse àquela gente: «Eia! Vinde ver um homem que me disse tudo o que eu fiz! Não será Ele o Messias?» Eles saíram da cidade e foram ter com Jesus. Entretanto, os discípulos insistiam com Ele, dizendo: «Rabi, come.» Mas Ele disse-lhes: «Eu tenho um alimento para comer, que vós não conheceis.» Então os discípulos começaram a dizer entre si: «Será que alguém lhe trouxe de comer?» Declarou-lhes Jesus: «O meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou e consumar a sua obra. Não dizeis vós: 'Mais quatro meses e vem a ceifa'? Pois Eu digo-vos: Levantai os olhos e vede os campos que estão doirados para a ceifa. Já o ceifeiro recebe o seu salário e recolhe o fruto em ordem à vida eterna, de modo que se alegram ao mesmo tempo aquele que semeia e o que ceifa. Nisto, porém, é verdadeiro o ditado: 'um é o que semeia e outro o que ceifa'. Porque Eu enviei-vos a ceifar o que não trabalhastes; outros se cansaram a trabalhar, e vós ficastes com o proveito da sua fadiga.» Muitos samaritanos daquela cidade acreditaram nele devido às palavras da mulher, que testemunhava: «Ele disse-me tudo o que eu fiz.» Por isso, quando os samaritanos foram ter com Jesus, começaram a pedir-lhe que ficasse com eles. E ficou lá dois dias. Então muitos mais acreditaram nele por causa da sua pregação, e diziam à mulher: «Já não é pelas tuas palavras que acreditamos; nós próprios ouvimos e sabemos que Ele é verdadeiramente o Salvador do mundo.»
Jo 4, 5 - 42
Curso de Iniciação de Catequistas - 6 Janeiro
Zona Pastoral de São Roque e Zona Pastoral da Madalena
"A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, portanto, ao Senhor da messe para que envie trabalhadores para a sua messe"
Mt 9, 37-38
Mt 9, 37-38
Curso de Iniciação de Catequistas
Zona Pastoral de São Roque e Zona Pastoral da Madalena
- 6, 13, 20 e 27 de Janeiro
Casa do Povo de Santo António
Zona Pastoral das Lajes
- 9, 16, 23 e 30 de Janeiro
Matriz das Lajes do Pico
Inscrições até ao dia 30 de Dezembro de 2011 junto do coordenador de catequese.
Inscrições e Horários 2011/2012
Tema: Evangelho de São Marcos
Local: Salão Paroquial da Piedade
Horário: 20h00
Duração: 1h15
Periodicidade: Semanal
Início: 8 de Fevereiro de 2012
Inscrições até ao dia 15 de Janeiro de 2012 junto do coordenador de catequese ou respectivo pároco.
Inscrições e Horários 2011/2012
Tema: Evangelho de São Marcos
Local: Matriz das Lajes dos Pico
Horário: 20h00
Duração: 1h15
Periodicidade: Semanal
Início: 6 de Fevereiro de 2012
Inscrições até ao dia 15 de Janeiro de 2012 junto do coordenador de catequese ou respectivo pároco.
Inscrições e Horários 2011/2012
Tema: Evangelho de São Marcos
Local: Centro Social e Paroquial de São Roque do Pico
Horário: 20h00
Duração: 1h15
Periodicidade: Semanal
Início: 6 de Fevereiro de 2012
Inscrições até ao dia 15 de Janeiro de 2012 junto do coordenador de catequese ou respectivo pároco.
Inscrições e Horários 2011/2012
Tema: Evangelho de São Marcos
Local: Salão Paroquial da Madalena
Horário: 20h00
Duração: 1h15
Periodicidade: Semanal
Início: 6 de Fevereiro de 2012
Inscrições até ao dia 15 de Janeiro de 2012 junto do coordenador de catequese ou respectivo pároco.
Identidade do Catequista
O CATEQUISTA
A vocação de catequista, a sua existência na Igreja, é um dom do qual há que dar graças a Deus. Juntamente com este louvor é preciso discernir que tipo de catequistas a Igreja precisa, hoje, para realizar a sua tarefa de evangelização (Cf EN 14), nesta situação histórica concreta. O catequista surge, então, como alguém chamado por Deus, vocacionado; que acredita no Senhor, com uma fé profunda; e consciente do seu ser Igreja, com uma clara identidade eclesial.
O catequista participa e prolonga a missão de Jesus como Mestre, pois realiza o mandato do Senhor: “Ide e fazei discípulos” (Mt 28,19). Assim, Jesus Cristo, no seu seguimento e imitação, constitui para o catequista o modelo determinante de toda a sua missão.
Para que a catequese seja significativa, o catequista deve estar enraizado na forma de ensinar de Jesus Cristo que é cativante e atractiva, pelo que deve viver alimentado continuamente do Mistério Pascal de Jesus Cristo, que é o conteúdo fundamental do Evangelho e o núcleo do testemunho da fé Apostólica.
- Com uma fé profunda
Porque é chamado a ser educador da fé, o catequista deve possuir, antes de mais, uma profunda vida de fé. Deve estar imbuído de um profundo sentido religioso, com uma experiência madura de fé e um forte sentido de Deus, do divino. Isto porque o catequista deve ser o anunciador de Deus e dizê-Lo no mundo de hoje. Ao dizer a sua fé, está a responder às inquietações mais profundas do coração humano, que é a sede de absoluto que habita em cada homem (Cf DGC 23).
O catequista é, então, alguém consciente da sua fé. Tem uma posição tranquila e serena da sua opção por Cristo, confia n’Ele e vive em docilidade à acção do Espírito Santo. Na sua pessoa verifica-se a interacção entre fé e vida, ou seja, vive uma autêntica experiência de fé.
Isto significa que o catequista deve ocupar-se da sua própria vida no Espírito como exigência da responsabilidade que lhe outorga a Igreja, catequizar. O catequista experimentará um processo contínuo de amadurecimento na fé e configuração com Cristo, segundo a vontade de Deus Pai, guiado pelo Espírito Santo (Cf ChL 57).
De acordo com a exortação apostólica Christifideles Laici, o plano pessoal de vida espiritual cristã, necessário para todo aquele que quer viver na busca permanente da vontade de Deus, tem como elementos indispensáveis a escuta pronta e dócil da Palavra de Deus, a oração filial e constante, uma verdadeira direcção espiritual, e a leitura, feita na fé, dos dons e dos talentos recebidos, bem como das diversas situações sociais e históricas em que nos encontramos(Cf ChL 58). Este plano de vida espiritual proposto pela Igreja está ao serviço da vida no Espírito, ou seja, do processo configurador com Cristo, sob a acção do Espírito Santo.
- Clara identidade eclesial
A identidade eclesial provém de uma forte adesão a Jesus Cristo e do seguimento d’Ele. O catequista tem bem clara a sua pertença à Igreja, o seu ser Igreja. A identidade do catequista vem, pois, definida não só pela sua personalidade de cristão, igual a todos os baptizados, mas também, e sobretudo, pela sua missão específica na Igreja. O catequista transmite a fé da Igreja como testemunha. Experimenta o seu ser Igreja como algo que faz parte da sua fé.
Isto é de extrema importância, porque há uma relação directa entre a concepção de Igreja e a transmissão da fé. Só com catequistas que se sentem Igreja, que têm e vivem uma correcta concepção da mesma, a transmissão de fé se realiza correctamente. Mais, uma das principais causas da pouca eficácia da nossa catequese actual está precisamente no deficit eclesial dos nossos catequistas. Porque a Igreja faz parte da confissão de fé, se ela não está plenamente presente, a fé que se transmite é deficiente: “a confissão de fé só é completa quando integra a referência à Igreja” (DGC 83), o creio e o cremos exigem-se e implicam-se mutuamente.
O catequista, como agente da Evangelização, age em nome da Igreja, o que tem uma dupla consequência: sente-se apoiado por toda a Igreja e transmite a fé da Igreja (Cf EN 60).
- Enviado pela Comunidade
O catequista realiza a sua missão no âmbito da Comunidade, da Paróquia, e por mandato desta, pois a catequese é uma responsabilidade de toda a comunidade cristã (Cf DGC 220; AG 14; CT 62): a “catequese tem sido sempre e continuará a ser uma obra pela qual toda a Igreja se deve sentir e mostrar responsável” (CT 16). Além do mais a comunidade cristã, a Igreja, é origem e meta da catequese, além de conteúdo de fé.
A relação entre o catequista e a comunidade que o envia nunca pode ser descuidada, nem pressuposta: a fidelidade à Igreja é fundamental para o catequista e para a sua missão.
Embora toda comunidade seja responsável pela catequese e a todos é pedido o testemunho da fé, só alguns recebem o mandato de serem catequistas (Cf DGC 221)
- Com preocupação missionária
A realidade em que vivemos, com a situação adversa à fé, pede que a Igreja exerça duas acções simultâneas no campo catequético: a acção missionária e a catequese de iniciação. Assim, um catequista com preocupação missionária deve procurar acima de tudo, que os catequizandos adiram à fé, no meio de uma situação adversa, procurem cooperar com a graça de Deus, para que se realize uma verdadeira conversão.
Esta preocupação missionária não nasce do medo, mas sim da alegria em anunciar a Boa Nova; e não se faz por costume, mas sim porque se descobriu a grande surpresa que é Cristo. Só assim se poderão vencer os anticorpos de uma sociedade que se vacinou contra tudo aquilo que é cristão.
- Com um saber específico
Para realizar a sua missão de educador da fé, para além da formação doutrinal sólida, deve possuir a formação básica sobre os princípios fundamentais da pastoral e o projecto pastoral da Igreja diocesana, dominar o essencial daquilo que é o acto catequético e a programação catequética, conhecer as pessoas com quem vai trabalhar, as suas motivações, bem como as situação social e de fé de cada um dos catequizandos. Por último, saber fazer uma leitura crente e, por isso, esperançosa da realidade (Cf DGC 16).
- Para fazer discípulos, numa Igreja sempre renovada
A finalidade da acção do catequista consiste em acompanhar o catequizando num processo de conversão, em ordem a favorecer uma profissão de fé viva, explícita e actuante; ou seja, fazer discípulos de Jesus Cristo. Este objectivo é conseguido na Igreja, como origem, meta e âmbito da catequese. É sempre da comunidade cristã que nasce o anúncio do Evangelho, que convida cada pessoa a seguir Cristo. É esta mesma comunidade eclesial que acolhe aqueles que desejam conhecer Jesus Cristo, acompanha e convida a participar na experiência da fé (DGC 254), contando sempre com o ministério dos catequistas. Por isso os catequistas prestam um serviço eclesial ao serem agentes de transmissão da fé e, por consequência, edificadores da Igreja, onde está presente o Mistério de Deus.
Aqui está o essencial da missão eclesial do catequista: deve estar ao serviço da profissão de fé dos catequizandos, na Igreja, como lugar de transmissão e de possibilidade de profissão de fé. Só na Igreja, que é mistério de comunhão em razão da Comunhão Trinitária, é que a pessoa humana pode aceder ao desígnio de salvação eterna na história, através do mistério pascal de Jesus Cristo. Trata-se de que o homem se deixe introduzir no Mistério trinitário e viver desse Mistério.
SÍNTESE:
- O catequista é alguém dotado de uma profunda fé adulta.
- O mandato de transmitir a fé como testemunha é-lhe conferido pela própria Igreja, pela Comunidade onde exerce o seu ministério.
- Realiza a sua missão com competência e alegria, procurando cooperar com a acção de Deus junto daqueles que Ele chama para a sua Igreja.
TEXTOS DE REFERÊNCIA:
Cristo é o modelo do catequista: Jo 4,1-41.
O Catequista, pessoa de fé: CCE 1814-1816.
A Igreja está presente na formação do Catequista: DGC 236.
Qualidades dos catequistas: CCE 428.
Os leigos na Catequese: DGC 230-231.
O papel do catequista na acção catequética: DGC 156
Os leigos na Catequese: CT 66.
O catequista realiza uma missão eclesial: EN 60.
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