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Catequistas/Coordenadores - Calendário 2013/2014

Retiro Catequistas 
1 de dezembro 2013
Santuário do Senhor Bom Jesus (S. Mateus – 15:00h)

Curso de Iniciação para Catequistas
4, 11, 18 e 25 de novembro 2013
Santuário do Senhor Bom Jesus (S. Mateus – 20:00h às 21:30h)

Curso Geral para Catequistas - Formador: Pe. António Henrique
27 a 31 de janeiro 2014
Santuário do Senhor Bom Jesus (S. Mateus – 20:00h às 22:00h)

Reunião Coordenadores
14 de outubro de 2013
13 de janeiro e 19 de maio de 2014
Santuário do Senhor Bom Jesus (S. Mateus – 20:00h)

Curso de Iniciação para Catequistas 2012/2013

Decorreu durante o mês de março, mais um curso de iniciação para catequistas, do qual se registaram as imagens seguintes:


Curso de Iniciação para Catequistas

Zonas Pastorais de Lajes e Ponta da Ilha
          Calendário: 28 de fevereiro, 7, 14 e 21 de março
          Horário: 20h00
          Local: a definir

Zonas Pastorais de Madalena e São Roque
           Calendário: 1, 8, 15 e 22 de março
           Horário: 20h00
           Local: a definir

Curso de Iniciação de Catequistas - 30 Janeiro

Zona Pastoral das Lajes






Curso de Iniciação de Catequistas - 27 Janeiro

Zona Pastoral de São Roque e Zona Pastoral da Madalena 






Mais informações acerca da Bíblia

Curso de Iniciação de Catequistas - 20 Janeiro

Zona Pastoral de São Roque e Zona Pastoral da Madalena 




Para visualizar a ficha de avaliação do curso, clique aqui.

Curso de Iniciação de Catequistas - 16 Janeiro

Zona Pastoral das Lajes


Catequista - Educador na Fé:
     - Acredita no Senhor, com fé profunda;
     - Anuncia a sua Palavra;
     - Testemunha os valores do seu Reino;
     - Porta-voz da sua mensagem;
     - Dá a conhecer Jesus.


O catequista deve:
     SER:
               - Responsável;
               - Amadurecer na Fé;
               - Apaixonado pela catequese.

     SABER:
               - O que,
               - A quem,
               - Como
                                 ANUNCIA


Fazer catequese é:
     - Levar a criança não só a gostar de Jesus, mas ainda conhecer bem a vida e a mensagem de Cristo, com todas as suas exigências e a saber as verdades da Fé;
     - Se a nossa fé cresce à medida que se vive... amadurece à medida que se sabe;
     - A nossa missão, hoje, continua a ser a mesma de Jesus, evangelizar - levar a Boa Nova;
     - Numa sociedade onde as pessoas tendem a afastar-se de Deus, é necessário cada vez mais catequistas que anunciem com alegria, a graça que receberam, ao sentirem-se associados á missão de Jesus Cristo;
     - O catequista deve ter sempre Jesus como seu modelo.

Curso de Iniciação de Catequistas - 13 Janeiro

Zona Pastoral de São Roque e Zona Pastoral da Madalena



JESUS E A SAMARITANA
Chegou, pois, a uma cidade da Samaria, chamada Sicar, perto do terreno que Jacob tinha dado ao seu filho José. Ficava ali o poço de Jacob. Então Jesus, cansado da caminhada, sentou-se, sem mais, na borda do poço. Era por volta do meio-dia. Entretanto, chegou certa mulher samaritana para tirar água. Disse-lhe Jesus: «Dá-me de beber.» Os seus discípulos tinham ido à cidade comprar alimentos. Disse-lhe então a samaritana: «Como é que Tu, sendo judeu, me pedes de beber a mim que sou samaritana?» É que os judeus não se dão bem com os samaritanos. Respondeu-lhe Jesus: «Se conhecesses o dom que Deus tem para dar e quem é que te diz: 'dá-me de beber', tu é que lhe pedirias, e Ele havia de dar-te água viva!» Disse-lhe a mulher: «Senhor, não tens sequer um balde e o poço é fundo... Onde consegues, então, a água viva? Porventura és mais do que o nosso patriarca Jacob, que nos deu este poço donde beberam ele, os seus filhos e os seus rebanhos?» Replicou-lhe Jesus: «Todo aquele que bebe desta água voltará a ter sede; mas, quem beber da água que Eu lhe der, nunca mais terá sede: a água que Eu lhe der há-de tornar-se nele em fonte de água que dá a vida eterna.» Disse-lhe a mulher: «Senhor, dá-me dessa água, para eu não ter sede, nem ter de vir cá tirá-la.» Respondeu-lhe Jesus: «Vai, chama o teu marido e volta cá.» A mulher retorquiu-lhe: «Eu não tenho marido.» Declarou-lhe Jesus: «Disseste bem: 'não tenho marido', pois tiveste cinco e o que tens agora não é teu marido. Nisto falaste verdade.» Disse-lhe a mulher: «Senhor, vejo que és um profeta! Os nossos antepassados adoraram a Deus neste monte, e vós dizeis que o lugar onde se deve adorar está em Jerusalém.» Jesus declarou-lhe: «Mulher, acredita em mim: chegou a hora em que, nem neste monte, nem em Jerusalém, haveis de adorar o Pai. Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos, pois a salvação vem dos judeus. Mas chega a hora e é já em que os verdadeiros adoradores hão-de adorar o Pai em espírito e verdade, pois são assim os adoradores que o Pai pretende. Deus é espírito; por isso, os que o adoram devem adorá-lo em espírito e verdade.» Disse-lhe a mulher: «Eu sei que o Messias, que é chamado Cristo, está para vir. Quando vier, há-de fazer-nos saber todas as coisas.» Jesus respondeu-lhe: «Sou Eu, que estou a falar contigo.» Nisto chegaram os seus discípulos e ficaram admirados de Ele estar a falar com uma mulher. Mas nenhum perguntou: 'Que procuras?', ou: 'De que estás a falar com ela?' Então a mulher deixou o seu cântaro, foi à
cidade e disse àquela gente: «Eia! Vinde ver um homem que me disse tudo o que eu fiz! Não será Ele o Messias?» Eles saíram da cidade e foram ter com Jesus. Entretanto, os discípulos insistiam com Ele, dizendo: «Rabi, come.» Mas Ele disse-lhes: «Eu tenho um alimento para comer, que vós não conheceis.» Então os discípulos começaram a dizer entre si: «Será que alguém lhe trouxe de comer?» Declarou-lhes Jesus: «O meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou e consumar a sua obra. Não dizeis vós: 'Mais quatro meses e vem a ceifa'? Pois Eu digo-vos: Levantai os olhos e vede os campos que estão doirados para a ceifa. Já o ceifeiro recebe o seu salário e recolhe o fruto em ordem à vida eterna, de modo que se alegram ao mesmo tempo aquele que semeia e o que ceifa. Nisto, porém, é verdadeiro o ditado: 'um é o que semeia e outro o que ceifa'. Porque Eu enviei-vos a ceifar o que não trabalhastes; outros se cansaram a trabalhar, e vós ficastes com o proveito da sua fadiga.» Muitos samaritanos daquela cidade acreditaram nele devido às palavras da mulher, que testemunhava: «Ele disse-me tudo o que eu fiz.» Por isso, quando os samaritanos foram ter com Jesus, começaram a pedir-lhe que ficasse com eles. E ficou lá dois dias. Então muitos mais acreditaram nele por causa da sua pregação, e diziam à mulher: «Já não é pelas tuas palavras que acreditamos; nós próprios ouvimos e sabemos que Ele é verdadeiramente o Salvador do mundo.»
Jo 4, 5 - 42



Curso de Iniciação de Catequistas - 9 Janeiro

Zona Pastoral das Lajes





Curso de Iniciação de Catequistas - 6 Janeiro

Zona Pastoral de São Roque e Zona Pastoral da Madalena




"A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, portanto, ao Senhor da messe para que envie trabalhadores para a sua messe"
Mt 9, 37-38

Curso de Iniciação de Catequistas

Zona Pastoral de São Roque e Zona Pastoral da Madalena

     - 6, 13, 20 e 27 de Janeiro
       Casa do Povo de Santo António



Zona Pastoral das Lajes

     - 9, 16, 23 e 30 de Janeiro
       Matriz das Lajes do Pico


Inscrições até ao dia 30 de Dezembro de 2011 junto do coordenador de catequese.

Doutrina - Parte III

TEMA III - CELEBRAÇÃO DA FÉ - Sacramentos e Oração da Igreja

5 de Maio de 2011
3. A Oração da Igreja
          a) Jesus ensina a rezar
          b) A Igreja é uma comunidade orante - Oração do povo cristão


APROFUNDAR:
1. Já no Antigo Testamento se encontram belos exemplos de oração. Seleccione uma personagem e indique que características tinha a sua oração.

2. Que características tinha a oração de Jesus? (Cf. Mc 1, 35; Lc 3, 21; Lc 6, 12-13; Mt 11, 25-26; Jo 14, 16; Lc 22, 39-42; Lc 23, 34; Lc 23, 46).
          a) Que consequências podemos tirar daí para a nossa oração?
          b) Que aspectos da oração de Jesus encontra em Jo 11, 41-42?

3. Descubra que aspectos da oração expressos no Sl 51 se podem aproximar do Pai-nosso que Jesus ensinou e que novidade traz esta oração em relação ao Antigo Testamento.


TEMA IV - A VIDA CRISTÃ

13 de Maio de 2011
1. O Projecto de Deus: A felicidade para o Homem
          a) O poema da Criação
          b) A liberdade, marca divina no Homem 


APROFUNDAR:
1. Que mensagem pretende transmitir o texto bíblico de Gn 1, 26-28? Desenvolva a sua resposta.

2. "Nós Vos glorificamos, Pai Santo, porque sois grande e tudo criastes com sabedoria e amor... Repetidas vezes fizeste aliança com os homens e pelos profetas os formastes na esperança da Salvação"... (Oração Eucarística IV).


3. a) Qual o projecto de Deus que aqui se encontra expresso?
    b) Como se concretizou esse projecto?


4. Quais os ensinamentos que o texto de Sir 17, 1-14 pretende transmitir?


5. Qual o projecto de Deus manifestado em Gn 1, 1-4 e Sir 16, 24-30?


20 de Maio de 2011
2. A Lei da Aliança
          a) O amor de Deus
          b) O amor ao próximo
          c) A conversão permanente 



APROFUNDAR:
1. O que define a Nova Aliança anunciada pelo profeta Jeremias (31, 31-33)? O que a distingue da Antiga Aliança?

2. Somos o Povo da Nova Aliança. Que implicações tem isto na nossa vida?

3. Analise o comportamento de Zaqueu - anterior ao seu encontro com Jesus e depois desse encontro - confrontando-o com a Lei de amor a Deus e ao próximo.

4. A vida de Zaqueu mudou radicalmente depois do seu encontro com Jesus. Como podemos hoje encontrar Jesus e ser levados a mudar de vida?


5. Compare a Lei de Jesus com a Lei dada a Moisés. Pode basear-se em Dt 6, 5; Lv 19, 18; e Jo 15, 9-14.



27 de Maio de 2011
3. Seguimento de Cristo
          a) As Bem-aventuranças
          b) As vocações na Igreja 



APROFUNDAR:
1. Que critérios de felicidade nos são apresentados por Jesus em Mt 5, 1-12? Compare-os com os critérios de felicidade que habitualmente encontramos à nossa volta.

2. Que luz projecta este texto das Bem-aventuranças sobre a nossa vida de cristãos e de catequistas?



Introdução                                   Parte I                                   Parte II

Doutrina - Parte II

TEMA II - A PROFISSÃO DE FÉ DOS CRISTÃOS

4 de Fevereiro de 2011
1. O tempo do Espírito
          a) Nascimento da Igreja
          b) Formação do Credo



APROFUNDAR:
1. Qual é o projecto de Deus? Que lugar tem nele a Igreja?

2. Afirmamos a nossa fé na Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica. Explique estas notas características aplicadas à Igreja.

3. Aponte algumas características da Igreja nos primeiros anos da sua existência. (Cf. Act 2, 42-47; 4, 32-35)


11 de Fevereiro de 2011
2. O Mistério da Igreja
          a) Igreja - Comunhão
          b) Reino em Construção          



APROFUNDAR:
1. O que entende por Igreja? Para consolidar a sua resposta, pode basear-se em textos tais como:
          a. 1 Ts 1, 6-8; 2 Ts 1, 3; Act 2, 42-47
          b. Rm 12, 4-8; Fl 4, 4-9; 1 Ts 4, 3-5
          c. Cl 3, 12-17; Act 4, 32-35


TEMA III - CELEBRAÇÃO DA FÉ - Sacramentos e Oração da Igreja

18 de Fevereiro de 2011
1. Sagrada Liturgia - Diálogo vital entre Deus e a Humanidade
          a) Celebrar é uma necessidade e exigência do Ser Humano
          b) Aspectos fundamentais da Celebração
          c) O lugar da Celebração na vida do Educador da Fé e na sua missão 



APROFUNDAR:
1. Indique os elementos principais de uma celebração, com base no texto de Ne 8, 1-10.

2. De que maneira se ligam entre si, numa celebração litúrgica, os elementos passado, presente, e futuro? Concretize a sua resposta, tendo em conta a celebração de um dos Sacramentos..


25 de Fevereiro de 2011
2. Sacramentos - Encontros com o Deus Vivo
          a) A realidade sacramental
          b) Os sacramentos de Iniciação
          c) Os restantes Sacramentos 

APROFUNDAR:
1. O que é um sacramento?

2. a) Quais são os sacramentos de iniciação e o que sabe sobre eles?
   b) Quais são os sacramentos chamados de restauração ou cura e o que sabe sobre eles?
   c)Quais os sacramentos chamados de missão e o que sabe sobre eles?

3. a) Quais os elementos que se encontram em todos os Sacramentos?
   b) Comente o texto de Tg 5, 14-15 à luz das características que definem um sacramento.

4. Comente os textos de Jo 14, 8-11 e 1 Cor 11, 23-26, relacionando-os com os sacramentos



Introdução                                   Parte I                                   Parte III

Doutrina - Parte I

TEMA I - A ALIANÇA DE DEUS COM A HUMANIDADE

23 de Abril de 2010
1. História da Salvação
          a) O que é a Bíblia
          b) Grandes etapas da História da Salvação

APROFUNDAR:
1. Deus revela-se como um Deus de Aliança. Exponha o que sabe da concretização dessa Aliança, ao longo da História da Salvação. (Cf. Jr 31,31-33)

2. Escolha duas personagens bíblicas, situe-as na História da Salvação e diga o que sabe sobre cada uma delas.

3. Que importância tem a Bíblia para os Cristãos? (Cf. 2 Tm 3, 14-17)

4. A Bíblia é Palavra de Deus e também palavra humana. Explique esta afirmação.


30 de Abril de 2010
2. O Mistério de Jesus Cristo
          a) Incarnação          



APROFUNDAR:
1. Quem é realmente Jesus Cristo? Pode basear-se nos seguintes textos: Lc 1, 26-38; Jo 3, 16-17; Mt 16, 13-16.

2. Que lugar tem Jesus na história da humanidade? Explique a sua resposta.

3. Comente o texto de Jo 1, 14.


7 de Maio de 2010
          b) Redenção



APROFUNDAR:
1. Jesus veio salvar-nos. Como é que Ele nos salva? Fundamente a sua resposta.

2. Que lugar tem Jesus na História da Salvação? Explique a sua resposta.

3. Em que consiste o Mistério da Redenção? Desenvolva a sua resposta.


14 de Maio de 2010
3. Jesus revela-nos um Deus - Comunhão (Santíssima Trindade)



APROFUNDAR:
1. Como é o Deus revelado por Jesus Cristo? Desenvolva e fundamente a sua resposta.

2. Ao fazer o sinal da cruz que realidades da nossa fé estamos a proclamar? Desenvolva a sua resposta.

3. Que implicações tem para nós ter-nos sido revelado o mistério da Santíssima Trindade?



Introdução                                   Parte II                                   Parte III

Doutrina - Conteúdos Bíblico-Teológicos

Na catequese, a pessoa do catequista é essencial. Ser catequista é cumprir a vocação cristã, responder a um chamamento e desempenhar uma missão específica.  "o Senhor Jesus convida, de uma forma específica homens e mulheres, para o seguirem como Mestre e formador de discípulos. Este chamamento pessoal de Jesus Cristo, e a relação com Ele, são o verdadeiro motor da acção do catequista" (DGC 231).

Discípulos de Cristo, os catequistas são membros da Igreja e a sua missão é, por isso, eclesial. "São eles o rosto e porta-voz da fé da Igreja e testemunhas da experiência de fé das comunidades. Não apenas transmitem conhecimentos religiosos mas iniciam nas várias dimensões da fé: na oração, na celebração litúrgica e no comportamento cristão, a partir da sua experiência cristã. Não se devem considerar como professores que ensinam a doutrina cristã mas, sobretudo, como discípulos de Jesus Cristo que guiam no caminho que eles próprios se esforçam por seguir" (Conferência Episcopal Portuguesa. Para que acreditem e tenham a vida. Orientações para a catequese actual, p. 23).

Se a formação cristã, mais do que uma exigência, deve ser a resposta a uma necessidade constante de todos os cristãos, tendo em vista a manutenção da fé e a plena conformidade entre a fé que professam e a vida que testemunham, por maioria de razão, ela é premente na vida e na acção dos catequistas, e deve abranger algumas áreas específicas.

Ultrapassámos a fase da insistência, muitas vezes quase exclusiva, na necessidade de actualização das metodologias, para que a catequese dê bons frutos. Elas são, sem dúvida, uma ferramenta indispensável. É, também, fundamental que os catequistas conheçam os seus destinatários, para o que necessitam de possuir noções e conhecimentos básicos de ciências humanas, designadamente de psicologia. Porém, sem o testemunho esclarecido e vigoroso do catequista a catequese será como um edifício construído sobre a areia.

Só através do testemunho, a catequese desperta, entusiasma, contagia, compromete e fideliza os catequizandos. E o testemunho alicerça-se na experiência do encontro com Jesus Cristo e na vivência em Igreja, os quais são iluminados e sustentados pela mensagem cristã. Por isso, a formação doutrinal na área bíblico-teológica é uma base essencial para uma acção catequética de qualidade.

Lisboa, Setembro de 2009

D. Tomás Pedro Barbosa Silva Nunes
Bispo Auxiliar de Lisboa
Presidente da Comissão Episcopal da Educação Cristã



MANUAIS DE APOIO
Curso Geral de Catequistas - Doutrina


Catecismo da Igreja Católica



Directório Geral de Catequese

Directório Geral para a Catequese - Online



Parte I                                   Parte II                                   Parte III

Lista de Catequistas Certificados 2010/2011

Lajes
          1. Aires Macedo

São João
         
1. Maria A. M. Cardoso
          2. Flávia Rosa Câmara
          3. M.ª Cecília Bettencourt

Santo António
          1. Sónia Jorge Furtado

Santa Luzia
          1. Ana Maria Silva
          2. Cidália C. Baptista
          3. Albertina F. Pinheiro

Candelária
         
1. Fátima Melo
          2. Alda Lemos
          3. Cecília Matos
          4. José Matos

Madalena
         
1. Hélia Maria Medeiros
          2. M.ª Madalena Jorge

Monte
         
1. M.ª Jesus Matos Sousa
          2. M.ª Helena Dias Sousa

São Caetano
          1. Vanessa Pereira Costa
          2. Patrícia Silva Serpa


Rito de Entrega dos Certificados do Curso de Iniciação para Catequistas 2010/2011

Curso de Iniciação para Catequistas

INTRODUÇÃO

I. EVANGELIZAÇÃO, CATEQUESE E CATEQUISTAS
          1. A REALIDADE DA NOSSA CATEQUESE
          (Um olhar sobre o nosso mundo a partir da fé)
          2. SER CATEQUISTA HOJE
          (Catequista: Identidade e missão)
          3. A CATEQUESE NA MISSÃO DA IGREJA
          (Evangelização e catequese)
          4. FINALIDADE E TAREFAS DA CATEQUESE

II. PEDAGOGIA E MÉTODO(S)
         
5. COMO CATEQUIZAVA JESUS
          6. O ACOLHIMENTO EM CATEQUESE
          7. O ITINERÁRIO CATEQUÉTICO
          8. A CATEQUESE ACTIVA
          9. COMO PREPARAR UMA CATEQUESE

III. OS DESTINATÁRIOS DA CATEQUESE
          10. PSICOLOGIA RELIGIOSA DA INFÂNCIA
          11. PSICOLOGIA RELIGIOSA DA ADOLESCÊNCIA

IV. CONTEÚDO DA CATEQUESE
         
12. BREVÍSSIMA APRESENTAÇÃO DA BÍBLIA
          13. BREVE APRESENTAÇÃO DO CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA
          14. BREVE APRESENTAÇÃO DO DIRECTÓRIO GERAL DA CATEQUESE

V. ANEXOS

Formação de Catequistas

CALENDÁRIO

Curso de Iniciação:
          Sextas-Feiras - 5, 12, 19, 26 de Novembro
          20h às 22h30 - Centro Social e Paroquial de São Roque do Pico

Curso Geral (doutrina, temas II-IV):
          Sextas-Feiras - 4, 11, 18, 25 de Fevereiro e 6, 13, 20, 27 de Maio
          20h às 22h30 - Centro Social e Paroquial de São Roque do Pico